Jornal - Instrumento de Informação e Formação Cultural

Jornal - Instrumento de Informação e Formação Cultural
O papel (literalmente) exercido pelo meio jornal na própria sociedade é extremamente importante, tanto em termos de informação como de formação cultural e noticioso.
O jornal educa, elucida, pontua analiticamente a informação, cria identidade e auxilia na própria formação intelectual, política e ideológica. O áudio só aciona plenamente a imaginação quando executado através do rádio. As imagens ainda são propriedades do vídeo. Claro que tudo pode convergir para um mesmo canal, mas uma atividade não substitui a outra, apenas complementa.
E no caso da informação publicitária, quanto maior e mais envolvente for o complemento, mais eficaz será todo o processo mercadológico.
E o jornal pode ajudar muito, em nível técnico de mídia, como canal de comunicação publicitário, como instrumento de informação e formação cultural, enfim, como um sólido e eficaz recurso na consistência intelectual da sociedade.
Muito mais do que um meio de comunicação, é o próprio instrumento do ser e do saber. As novas gerações precisam conhecer este rico universo, até para ter mais condições de comparação com o editorial e com o formato nem sempre adequado entregue atualmente pelos meios interativos. Se hoje vivemos a verdadeira convergência da mídia acelerada pela plataforma digital, é importante ressaltar para determinados segmentos a importância do texto. Afinal, a informação ganha a maior compreensão do espectador quando respeitada a própria natureza do meio de comunicação que a transmite.
O texto tem ainda a sua melhor reprodução e sugere a maior reflexão quando materializado no papel. O áudio só aciona plenamente a imaginação quando executado através do rádio. As imagens ainda são propriedades do vídeo. Claro que tudo pode convergir para um mesmo canal, mas uma atividade não substitui a outra, apenas complementa. E no caso da informação publicitária, quanto maior e mais envolvente for o complemento, mais eficaz será todo o processo mercadológico.
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# Posté le lundi 07 avril 2008 11:13

Modifié le lundi 22 septembre 2008 15:57

CLIENTES: (Entre os clientes da Next, jornais que foram criados, que foram ou estão sendo geridos ou reformulados pela empresa).Clique na imagem

CLIENTES: (Entre os clientes da Next, jornais que foram criados, que foram ou estão sendo geridos ou reformulados pela empresa).Clique na imagem
DIAGRAMAÇÃO
Não bastam os textos e os títulos para atrair a atenção do leitor. Esses recursos precisam dos elementos visuais para completar o processo de comunicação impressa. É na diagramação que vai se concentrar todo o segredo do discurso gráfico, em que a tipologia mínima contida harmonicamente e padronizada, alia-se ao ritmo dado às mensagens. As premissas estéticas que inspiraram o design clássico continuam a servir de padrão a uma ampla parcela do design contemporâneo porque está no equilíbrio o elemento-chave do sucesso de um design.
Para explicar que a arte gráfica começa pela diagramação, desdobra-se na escolha dos tipos; complementa-se na confecção das manchetes. As ilustrações aquecem o texto; dão visualidade pronta antes da leitura. Fotos, caricaturas, anúncios enxertam-se em meio aos textos, quebram-lhe a monotonia, imprimem movimento ao todo. Eis o grande arranjo estético, a orquestração gráfica do jornalismo. As artes gráficas e plásticas ( não-verbal ) se põem a serviço da atração e da sugestão, em complemento da arte da palavra (verbal)".
A diagramação da página impressa passa ao leitor, portanto, dois tipos de mensagem, uma verbal e outra não verbal.
Toda mensagem entre comunicadores humanos apresenta-se, de fato, ao analista, como a superposição de duas mensagens distintas. A primeira é a mensagem semântica, integralmente traduzível, não importando qual seja o sistema linguístico. A segunda é a chamada mensagem estética ou conotativa que se baseia num conjunto de elementos de percepção enumeráveis e armazenáveis pelo observador.
Ao abrir a página impressa, o leitor do jornal faz dois tipos de leitura, uma superficial, outra profunda. De imediato toma conhecimento dos elementos gráficos que mais se destacam (ilustrações, títulos, sub-títulos, linhas finas, janelas, infográficos, o texto), depois penetra mais a fundo para observar os detalhes.
A diagramação é, portanto, a arte de coordenar corretamente o material gráfico com o material jornalístico, combinando os dois elementos com o objetivo principal de atrair o leitor. "Enquanto a paginação quer dizer a montagem de títulos, notícias e fotos, a diagramação é a consciência dos elementos gráficos com a estética, o liame entre a técnica do jornal e a arte da apresentação".
O leitor de hoje habituou-se a ver o jornal plasticamente bonito onde a funcionalidade da apresentação e a racionalidade da leitura são elementos indispensáveis no sucesso da publicação. O desenho industrial tornou a funcionalidade uma questão de estética".
Diante da tela do computador, o programador visual do jornal enfrenta o desafio de "dar vida" àquilo que vai se transformar numa página impressa. : "O que é esse processo de 'animar' uma superfície que na realidade é 'inerte' ? É o processo de transformar os dados espaciais reais, a superfície da tela ou do papel, num espaço virtual, criando a ilusão primária da visão artística".
Animar, portanto, uma superfície inerte, como faz o pintor, é a grande arte do programador visual ou diagramador. Ele sabe que cada lugar na página tem um valor específico relacionado com a maior ou menor facilidade com que o leitor chega à matéria. A primeira metade da página é mais importante do que a segunda, o lado direito mais que o esquerdo, o lado superior esquerdo mais que o interior da página. Naturalmente as agências de publicidade também têm essas informações e pagam mais caro para que os anúncios de seus clientes ocupem as melhores posições da página impressa, sobrando ao programador visual o resto da página para trabalhar o noticiário do dia, muitas vezes. Ele sabe que sua missão é facilitar a leitura do jornal. Por isto seu trabalho consiste numa espécie de metalinguagem do discurso jornalístico, uma busca de prazer estético por parte do leitor.
A criatividade do programador visual exigirá, entre outros atributos, que se evite a rotina, a repetição. É um trabalho que exige esforço e concentração. Manter o estilo é relativamente fácil. Mas isto não significa, porém, que se deva estacionar e que se apresente ao leitor, todos os dias, os mesmos recursos técnicos. A variação é necessária.

# Posté le lundi 07 avril 2008 11:11

Modifié le mercredi 10 septembre 2008 13:38